Pessoal, antes de fazer minha despedida da FEPETri, quero fazer um esclarecimento e informar, através do nosso principal meio de divulgação do triathlon pernambucano que no ano passado realizamos na cidade de Ipojuca, o Campeonato Panamericano de Triathlon de Longa Distância. Momento que foi divulgado nos nossos meios de comunicação que o estado não teve nenhum atleta no pódio.
Acredito que a imprensa local não ficou até os últimos momentos da premiação e não percebeu que a atleta Maria Cleonice Baracho, pernambucana, representante da Plataforma/Metas e Eventos foi a vencedora na categoria 40 - 44 anos.
Aproveito o momento para parabenizá-la e lembrar à todos que em nosso estado tem uma Campeã Panamericana de Triathlon de Longa Distância.
BARACHO, PARABÉNS!
Capacitação CBTri - Treinador Nível 1 e Árbitro
A FEPETri e a CBTri estão trabalhando para realizar um Curso de Trinador Nível 1 e Árbitro.
Momento de aproximação com a comunidade acadêmica será de grande importância para o desenvolvimento do esporte em nosso estado.
Novembro foi o mês escolhido e fará parte da programação do Panamericano de Longa Distância que realizaremos em Porto de Galinhas nos dias 27 e 28.
Acreditamos que em poucos dias informaremos a data e queremos lembrar que essa dupla capacitação é gratuita.
Aguardem notícias.
Momento de aproximação com a comunidade acadêmica será de grande importância para o desenvolvimento do esporte em nosso estado.
Novembro foi o mês escolhido e fará parte da programação do Panamericano de Longa Distância que realizaremos em Porto de Galinhas nos dias 27 e 28.
Acreditamos que em poucos dias informaremos a data e queremos lembrar que essa dupla capacitação é gratuita.
Aguardem notícias.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
LONG TRIBRAZIL 2010 - ITU Panamerican Long Distance - Ipojuca
Este foi sem dúvidas um dos momentos mais importantes do triathlon em nosso estado e na região. Evento internacional serviu para fechar o ciclo de gestão da atual direção da FEPETri.
Depois de só realizar o calendário estadual em 2007, a federação nos anos seguintes realizou em Recife, o Norte/Nordeste de Duathlon em 2008, em Olinda, o Campeonato Brasileiro de Triethlon Infantil e Infanto Juvenil em 2009, e por fim, em Ipojuca, o Campeonato Panamericano de Longa Distância ( Long Tri Brazil) em 2010.
Segue em anexo os resultados/colocações do Long Tri Brazil.
RESULTADO - LONG TRIBRAZIL 2010 - ITU Panamerican Long Distance - Ipojuca
Depois de só realizar o calendário estadual em 2007, a federação nos anos seguintes realizou em Recife, o Norte/Nordeste de Duathlon em 2008, em Olinda, o Campeonato Brasileiro de Triethlon Infantil e Infanto Juvenil em 2009, e por fim, em Ipojuca, o Campeonato Panamericano de Longa Distância ( Long Tri Brazil) em 2010.
Segue em anexo os resultados/colocações do Long Tri Brazil.
RESULTADO - LONG TRIBRAZIL 2010 - ITU Panamerican Long Distance - Ipojuca
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
FEPETri/DIRETORIA
Folha de Pernambuco | Pan-Americano de Triathlon. | Destaque para a ''Mulher de Ferro''
IPOJUCA - A campeã do Pan-Americano de Triatlon de Longa Distância, que aconteceu ontem, em Ipojuca, é sinônimo de resistência. Ser chamada de "Mulher de Ferro" não seria exagero. Aos 37 anos, a carioca Sandra Soldan ainda é um dos principais nomes do País na modalidade e coleciona marcas históricas para o esporte nacional. Experiente, ela conquistou o 11° lugar nas Olimpíadas de Sidney, em 2000, e, com isso, sustenta a melhor marca latino-americana na competição. Também foi a primeira latino-americana a conquistar um Mundial da Federação Internacional de Triatlo (ITU), quando se tornou campeã no aquatlo, no México. Além disso, chegou a ocupar a quinta posição no ranking mundial.
Recentemente, Sandra, que também é médica, entrou para a Agência Brasileira de Combate ao Doping (ABCD). Com isso, dispõe de menos tempo para se dedicar ao esporte. "Agora, tento conciliar meu trabalho com o esporte. Mas minha vida sem o triatlo não tem muito sentido", disse. Não bastasse as atribulações profissionais, a atleta convive com a falta de incentivo no Rio de Janeiro, onde vive. Quando questionada sobre o que achou da estrutura do evento em Porto de Galinhas, Sandra foi direta. "Qualquer lugar que não seja o Rio é melhor. Quando não tem guerra civil, o asfalto está cheio de buraco. Depois de pedalar, fico sentido dor na coluna. Quando se está correndo, sempre passa carro no local. É complicado", disse.
Sandra nasceu para o esporte quando ainda era criança e, gradativamente, foi acumulando outras modalidades na rotina de treinos. Começou com a natação, que até hoje é o seu grande diferencial nas provas de resistência, e também mantinha a forma física correndo em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Foi quando resolveu unir as duas modalidades e, de 1991 a 1995, passou a disputar campeonatos de duatlo. Em seguida, aos 25 anos, iniciou a carreira de triatleta ainda conciliando com os estudos no curso de Medicina. Quando concluiu a universidade e se dedicou exclusivamente aos treinos, a triatleta passou a ser destaque no esporte.
Recentemente, Sandra, que também é médica, entrou para a Agência Brasileira de Combate ao Doping (ABCD). Com isso, dispõe de menos tempo para se dedicar ao esporte. "Agora, tento conciliar meu trabalho com o esporte. Mas minha vida sem o triatlo não tem muito sentido", disse. Não bastasse as atribulações profissionais, a atleta convive com a falta de incentivo no Rio de Janeiro, onde vive. Quando questionada sobre o que achou da estrutura do evento em Porto de Galinhas, Sandra foi direta. "Qualquer lugar que não seja o Rio é melhor. Quando não tem guerra civil, o asfalto está cheio de buraco. Depois de pedalar, fico sentido dor na coluna. Quando se está correndo, sempre passa carro no local. É complicado", disse.
Sandra nasceu para o esporte quando ainda era criança e, gradativamente, foi acumulando outras modalidades na rotina de treinos. Começou com a natação, que até hoje é o seu grande diferencial nas provas de resistência, e também mantinha a forma física correndo em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Foi quando resolveu unir as duas modalidades e, de 1991 a 1995, passou a disputar campeonatos de duatlo. Em seguida, aos 25 anos, iniciou a carreira de triatleta ainda conciliando com os estudos no curso de Medicina. Quando concluiu a universidade e se dedicou exclusivamente aos treinos, a triatleta passou a ser destaque no esporte.
Jornal do Comércio | Catarinenses brilham na competição
Publicado em 29.11.2010
IPOJUCA - Se houvesse uma disputa por Estados, Santa Catarina teria "dado de 10" nos outros concorrentes. Além de Igor Fonseca, outros dois catarinenses arrebataram a segunda e a terceira posições do Pan-Americano de Triatlo. Luiz Francisco, Chicão, e Guilherme Manochio, nessa ordem, ratificaram a condição de papa-títulos do Estado sulista, que está investindo forte nos Jogos Regionais.
"O Estado nos permite treinar com tranquilidade para respondermos bem dentro das competições", contou Chicão. "Mas participar de alguns campeonatos realmente fortes dentro de Santa Catarina é uma condição muito boa para alcançarmos títulos", garantiu Chicão.
As competições de triatlo guardam verdadeiras surpresas. Cada uma, com suas variantes, pode beneficiar um ou outro atleta. Mas o fato de quase sempre correrem em pelotão, um ao lado do outro, é bastante positivo para os três. "Nessa prova, especificamente, eu e Chicão nos superamos na corrida de bike. Um quer passar o outro e aí o nosso tempo já melhora", argumentou Igor.
E quando Manochio está perto do grupo, fica mais difícil tirá-los do pódio. "Agora, não é sempre assim. As provas são imprevisíveis. E ganha quem se adequar às condições", finalizou Manochio.
IPOJUCA - Se houvesse uma disputa por Estados, Santa Catarina teria "dado de 10" nos outros concorrentes. Além de Igor Fonseca, outros dois catarinenses arrebataram a segunda e a terceira posições do Pan-Americano de Triatlo. Luiz Francisco, Chicão, e Guilherme Manochio, nessa ordem, ratificaram a condição de papa-títulos do Estado sulista, que está investindo forte nos Jogos Regionais.
"O Estado nos permite treinar com tranquilidade para respondermos bem dentro das competições", contou Chicão. "Mas participar de alguns campeonatos realmente fortes dentro de Santa Catarina é uma condição muito boa para alcançarmos títulos", garantiu Chicão.
As competições de triatlo guardam verdadeiras surpresas. Cada uma, com suas variantes, pode beneficiar um ou outro atleta. Mas o fato de quase sempre correrem em pelotão, um ao lado do outro, é bastante positivo para os três. "Nessa prova, especificamente, eu e Chicão nos superamos na corrida de bike. Um quer passar o outro e aí o nosso tempo já melhora", argumentou Igor.
E quando Manochio está perto do grupo, fica mais difícil tirá-los do pódio. "Agora, não é sempre assim. As provas são imprevisíveis. E ganha quem se adequar às condições", finalizou Manochio.
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